quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pensamentos e sonhos sobre o Brasil.

1. O povo brasileiro se habituou a “enfrentar a vida” e a conseguir tudo “na luta”, quer dizer, superando dificuldades e com muito trabalho. Por que não iria “enfrentar” também o derradeiro desafio de fazer as mudanças necessárias, para criar relações mais igualitárias e acabar com a corrupção?

2. O povo brasileiro ainda não acabou de nascer. O que herdamos foi a Empresa-Brasil com uma elite escravagista e uma massa de destituídos. Mas do seio desta massa, nasceram lideranças e movimentos sociais com consciência e organização. Seu sonho? Reinventar o Brasil. O processo começou a partir de baixo e não há mais como detê-lo.

3. Apesar da pobreza e da marginalização, os pobres sabiamente inventaram caminhos de sobrevivência. Para superar esta anti-realidade, o Estado e os políticos precisam escutar e valorizar o que o povo já sabe e inventou. Só então teremos superado a divisão elites-povo e seremos uma nação una e complexa.

4. O brasileiro tem um compromisso com a esperança. É a última que morre. Por isso,tem a certeza de que Deus escreve direito por linhas tortas. A esperança é o segredo de seu otimismo, que lhe permite relativizar os dramas, dançar seu carnaval, torcer por seu time de futebol e manter acesa a utopia de que a vida é bela e que amanhã pode ser melhor.

5. O medo é inerente à vida porque “viver é perigoso” e sempre comporta riscos. Estes nos obrigam a mudar e reforçam a esperança. O que o povo mais quer, não as elites, é mudar para que a felicidade e o amor não sejam tão difíceis.

6. O oposto ao medo não é a coragem. É a fé de que as coisas podem ser diferentes e que, organizados, podemos avançar. O Brasil mostrou que não é apenas bom no carnaval e no futebol. Mas também bom na agricultura, na arquitetura, na música e na sua inesgotável alegria de viver.

7. O povo brasileiro é religioso e místico. Mais que pensar em Deus, ele sente Deus em seu cotidiano que se revela nas expressões: “graças a Deus”, “Deus lhe pague”, “fique com Deus”. Deus para ele não é um problema, mas a solução de seus problemas. Sente-se amparado por santos e santas e por bons espíritos e orixás que ancoram sua vida no meio do sofrimento.

8. Uma das características da cultura brasileira é a alegria e o sentido de humor, que ajudam aliviar as contradições sociais. Essa alegria nasce da convicção de que a vida vale mais do que qualquer coisa. Por isso deve ser celebrada com festa e diante do fracasso, manter o humor. O efeito é a leveza e o entusiasmo que tantos admiram em nós.

9. Há um casamento que ainda não foi feito no Brasil: entre o saber acadêmico e o saber popular. O saber popular nasce da experiência sofrida, dos mil jeitos de sobreviver com poucos recursos. O saber acadêmico nasce do estudo, bebendo de muitas fontes. Quando esses dois saberes se unirem, seremos invencíveis.

10. O cuidado pertence à essência de toda a vida. Sem o cuidado ela adoece e morre. Com cuidado, é protegida e dura mais. O desafio hoje é entender a política como cuidado do Brasil, de sua gente, da natureza, da educação, da saúde, da justiça. Esse cuidado é a prova de que amamos o nosso pais.

11. Uma das marcas do povo brasileiro é sua capacidade de se relacionar com todo mundo, de somar, juntar, sincretizar e sintetizar. Por isso, ele não é intolerante nem dogmático. Gosta e acolhe bem os estrangeiros. Ora, esses valores são fundamentais para uma globalização de rosto humano. Estamos mostrando que ela é possível e a estamos construindo.

12. O Brasil é a maior nação neolatina do mundo. Temos tudo para sermos também a maior civilização dos trópicos, não imperial, mas solidária com todas as nações, porque incorporou em si representantes de 60 povos que para aqui vieram. Nosso desafio é mostrar que o Brasil pode ser, de fato, um pedaço do paraíso que não se perdeu.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vencemos as prévias.

Nobres amigos de blog e companheiros de PT, quero agradecer a todos o apoio recebido no último dia 15, quando fui escolhido o pré candidato oficial do PT de Caraguá para disputar a prefeitura em 2012. Um beijo no coração de cada um, obrigado pela confiança.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Quando o silêncio fala mais que as palavras.

Autor desconhecido.
 
O silêncio é um momento em que a criatura se cala, mas o espírito fala.
Calar sobre sua própria pessoa, é humildade.
Calar sobre os defeitos dos outros, é caridade.
Calar quando a gente está sofrendo, é heroísmo.
Calar diante do sofrimento alheio, é covardia.
Calar diante da injustiça, é fraqueza.
Calar quando o outro está falando, é delicadeza.
Calar quando o outro espera um palavra, é omissão.
Calar e não falar palavras inúteis, é penitência.
Calar quando não há necessidade de falar, é prudência.
Calar quando deus nos fala no coração, é silêncio.
Calar, diante do mistério que não entendemos, é sabedoria

Abraços e fique na Paz de Deus e de Maria!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Violência: O que fazer?

Boas pessoal, achei interessante e vale uma boa reflexão sobre o assunto. Colocarei o tema por partes

Por: Ilanud

1 - Violência: políticas locais preventivas

Enfrentar o crescimento da violência por meio da elaboração de políticas preventivas de segurança pública é o grande desafio de toda sociedade democrática.

A resposta tradicional ao aumento nos níveis de criminalidade e violência consiste em ações que visam aumentar o controle e a repressão penal. Esta abordagem enfoca o problema depois que o crime ou o ato violento foi cometido e, geralmente, está relacionada a um endurecimento nas práticas do sistema judiciário, a aumentos de recursos e capacidades policiais e a reformas legislativas para tornar as penas mais rigorosas, dentre outras medidas. Nesta perspectiva, o enfrentamento do problema fica preponderantemente sob a responsabilidade dos sistemas policial e de justiça.

A comunidade deve ser vista como importante parceira na elaboração de políticas públicas preventivas e não como mero objeto dessas ações
Entretanto, é evidente que tais medidas são insuficientes para lidar com um tema complexo como este. Fatores socioeconômicos, políticos e culturais devem ser levados em consideração na elaboração de políticas públicas de segurança, pois é preciso conhecer e entender as possíveis causas da violência e da criminalidade e os fatores de risco associados a elas para que se possam construir comunidades mais seguras.

Nesse sentido, a comunidade deve ser vista como importante parceira na elaboração de políticas públicas preventivas e não como mero objeto dessas ações. Configurações sociais distintas tendem a apresentar problemas específicos e as formas de compreender, prevenir e controlar esses problemas podem surgir a partir do próprio processo reflexivo da comunidade.

Assim , é fundamental que as ações governamentais reconheçam esse papel dos agentes sociais comunitários e envolvam os diversos setores da comunidade na elaboração e implementação de ações que busquem reduzir os índices de violência e de criminalidade.

Violência: O que fazer?

domingo, 18 de setembro de 2011

Carta aberta ao povo de Caraguá.

                                           Por Rodolfo Fernandes.

Nos últimos 20 anos anos assistimos a um crescimento e uma transformação vertiginosa de nossa cidade. Crescemos como todas as outras cidades brasileiras, com erros e acertos, porém desordenadamente e desigualmente.
A visão administrativa que vigora em nossa cidade e todos os seus atores nesses anos leva nos a uma estagnação ambiental, física, estrutural, política e moral. Já não basta mais concretar a cidade, queremos humanizá-la, já não basta falar de ética na política, temos que agir com ética na política, já não basta parecer honesto, temos que ser honestos. Diante da situação que se apresenta é urgente a renovação dos agentes políticos em Caraguá, bem como a forma de se fazer política, renovando assim a esperança em um novo jeito de conceber a cidade, com respeito ao próximo e resgatando a história de um povo para com a sua cidade.
Quem ama sua cidade e conhece sua história não permite que ela seja saqueada e usurpada, exige a sua democratização em todos os níveis existentes para promover o bem comum.
É portanto o resgate cultural e histórico da cidade para com o seu povo, o pilar principal para invertermos a lógica devastadora e individualista da velha política e dos velhos políticos.
É a partir daí que se criará um ambiente propício para o crescimento da cultura da participação popular na gestão pública, só numa gestão democrática e participativa é que diminuiremos o grande abismo que separa o cidadão caraguatatubense da utopia de uma cidade justa e fraterna. Caraguá precisa voltar a sonhar.
A frente Suprapartidária que se forma deve unir todos os sonhos e utopias num amplo debate com os caiçaras, bem como suas organizações, construindo agora o futuro que queremos, tomando o que é nosso para partilhar com todos, não mais permitindo a terceirização daquilo que nos é mais sagrado, o direito de zelar e de fazer valer os nossos direitos.
Todos que assim entendem estão convidados a fazer parte desta história.
Caraguá, pelos filhos desta terra e pelo povo que vos ama,
VAMOS LÁ FAZER O QUE SERÁ.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Confiança.

Algumas pessoas agem na sociedade como se nada pudessem atingi-lás, vendem sonhos e não entregam, prometem mas não cumprem, dizem que estão ao seu lado mas te largam a beira do caminho, fingem ser do bem mas não é. Pobres coitados, não percebem os infelizes que as suas atitudes serão levadas em conta num belo dia e este dia nobre leitor "um dia chega" é quando eles sentem na pele o verdadeiro sentido da palavra confiança e este sentimento vem da pior maneira possível, o abandono. Triste mas é assim o futuro daqueles que não honram com suas palavras.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Para chegarmos lá.

Como bom guerrilheiro, Giap-Líder Vietnamita, sabia que o sucesso, quando existe uma desproporção de forças muito grande, se baseia na iniciativa, na audácia e na surpresa, para isso devemos estar continuamente em movimento. Juntos por uma "Feliz Cidade"

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Caraguá, independência já.

Desde a queda do regime militar que Caraguá vive, a mais de 20 anos, uma ditadura administrativa que exclui os seus cidadãos das principais decisões que fizeram a cidade caminhar até aqui. A ausência do diálogo que existia no regime militar parece nortear até hoje as ações dos donos do poder em nossa cidade. A truculência com que quiseram nos impor o Plano Diretor e depois a tentativa de ridicularizar àqueles que não concordavam com a proposta do poder e a forma como trataram as pessoas que lutaram pela implantação de uma UPA 24 horas no Bairro Massaguaçu nos dão um parâmetro de como eles enxergam a democracia. Creio que este tipo de governo não cabe mais aqui e em nenhuma cidade brasileira. Que sejamos dignos de exigirmos mais, pois a crise social que vive a nossa cidade já é digna dos grandes erros cometidos nas grandes metrópolis deste país. Miséria, drogas, assaltos, asassinatos e a degradação humana já estão ai escancarados e essa é herança que eles com o nosso consentimento estão deixando para os nossos filhos e para a nossa velhice. Que este dia 7 de setembro seja o início de um novo ciclo que se inicia em nossa cidade, um ciclo de respeito, diálogo e da busca do bem comum, uma "Feliz Cidade" se constrói com liberdade. LIBERTE SE CARAGUÁ.

O País do futuro


Por Eduardo Bonfim

Porque o Brasil sempre foi conhecido lá fora como o País do futuro, uma alcunha que vem do título do livro do escritor austríaco Stefan Zweig exilado em Petrópolis, Rio de Janeiro, durante o início do avanço nazista na Europa.

No entanto, aquilo que surgiu como um presságio às nossas possibilidades, através dos olhos de quem conhecia o velho mundo e a sua civilização, passou a significar o seu contrário, ou seja, uma nação que nunca vai dar certo, que não tem jeito.

Ainda mais quando havia contra o nosso processo civilizatório um tremendo preconceito racista porque as nossas raízes antropológicas de indígenas, ibéricos e africanos teriam produzido uma “miscigenação desaconselhável às raças humanas”.

Pelo menos era o que diziam os doutos cientistas europeus a exemplo do conde Gobineau e o seu famoso “Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas”. Ele afirmou que o Brasil por ter um povo mestiço não tinha nenhum futuro e além do mais estava situado nos trópicos o que piorava as coisas porque o calor, umidade, as florestas, tudo conspirava contra o nosso destino.

Esse preconceito atravessou os tempos e ainda persiste em algumas cabeças elitistas no Brasil. As “causas” da nossa hipotética “inviabilidade genética e ambiental” talvez tenham mudado, mas o espírito de colonizado e embevecido pelas civilizações ditas opulentas ainda permanece.

Não era outro o entendimento do norueguês que fuzilou dias atrás dezenas de jovens em Copenhague quando em seu manifesto nazi-fascista afirmou que a mestiçagem do povo brasileiro era algo que devia ser condenado.

São essas as ideologias que escondem a essência dos males que afligem a humanidade, a exploração do trabalho humano, as brutais naturezas dos colonialismos ou dos imperialismos.

Assim, essa civilização tropical, lavrada em sangue índio, africano, ibérico e tantos outros, com imenso sacrifício, confrontando dificuldades e injustiças sociais, não só está de pé como avança. Stefan Zweig conhecia bem o mundo, tanto como tinha a convicção sobre o futuro do Brasil e da América Latina

sábado, 3 de setembro de 2011

Mudanças no PT

O 4° Congresso do PT está provocando mudanças profundas na vida Partidária. Esperamos que melhore muito a relação do Partido com toda a sociedade, servindo de exemplo a todos. No momento oportuno apresentarei as propostas aprovadas.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Governados por cegos e irresponsáveis.

ImageContribuição de Leonardo Boff

Afunilando as muitas análises feitas acerca do complexo de crises que nos assolam, chegamos a algo que nos parece central e que cabe refletir seriamente. As sociedades, a globalização, o processo produtivo, o sistema econômico-financeiro, os sonhos predominantes e o objeto explícito do desejo das grandes maiorias é: consumir e consumir sem limites.

Criou-se uma cultura do consumismo propalada por toda a mídia. Há que consumir o último tipo de celular, de tênis, de computador. 66% do PIB norteamericano não vem da produção, mas do consumo generalizado. As autoridades inglesas se surpreenderam ao constatar que, entre os milhares que faziam turbulências nas várias cidades, não estavam apenas os habituais estrangeiros em conflito entre si e pessoas dos guetos, mas universitários, ingleses desempregados, professores e até recrutas. Era gente enfurecida porque não tinha acesso ao tão propalado consumo. Não questionavam o paradigma do consumo, mas as formas de exclusão dele.

No Reino Unido, depois de M.Thatcher, e nos USA, depois de R. Reagan, como em geral no mundo, grassa grande desigualdade social. Naquele país, as receitas dos mais ricos cresceram nos últimos anos 273 vezes mais do que as dos pobres, nos informa a Carta Maior de 12/08/2011. Então, não é de se admirar a decepção dos frustrados face a um “software social” que lhes nega o acesso ao consumo e face aos cortes do orçamento social, na ordem de 70% que os penaliza pesadamente. 70% do centros de lazer para jovens foram simplesmente fechados.

O alarmante é que nem o primeiro ministro David Cameron nem os membros da Câmara dos Comuns se deram ao trabalho de perguntar pelo porquê dos saques nas várias cidades. Responderam com o pior meio: mais violência institucional. O conservador Cameron disse com todas as letras:”vamos prender os suspeitos e publicar seus rostos nos meios de comunicação sem nos importarmos com as fictícias preocupações com os direitos humanos”. Eis uma solução do impiedoso capitalismo neoliberal: se a ordem, que é desigual e injusta, o exige, se anula a democracia e se passa por cima dos direitos humanos. Logo, no país onde nasceram as primeiras declarações dos direitos dos cidadãos.

Se bem repararmos, estamos enredados num círculo vicioso que poderá nos destruir: precisamos produzir para permitir o tal consumo. Sem consumo, as empresas vão à falência. Para produzir, elas precisam dos recursos da natureza. Estes estão cada vez mais escassos e já dilapidamos a Terra em 30% a mais do que ela pode repor. Se pararmos de extrair, produzir, vender e consumir não há crescimento econômico. Sem crescimento anual, os países entram em recessão, gerando altas taxas de desemprego. Com o desemprego, irrompem o caos social explosivo, depredações e todo tipo de conflitos. Como sair desta armadilha que nos preparamos a nós mesmos?

O contrário do consumo não é o não consumo, mas um novo “software social” na feliz expressão do cientista político Luiz Gonzaga de Souza Lima. Quer dizer, urge um novo acordo entre consumo solidário e frugal, acessível a todos, também aos demais seres vivos e os limites intransponíveis da natureza.

Como fazer? Várias são as sugestões: um “modo sustentável de vida” da Carta da Terra, o “bem viver” das culturas andinas, fundada no equilíbrio homem/Terra, economia solidária, bio-sócio-economia, “capitalismo natural”(expressão infeliz) que tenta integrar os ciclos biológicos na vida econômica e social, e outras.

Mas, não é sobre isso que falam quando os chefes dos Estados opulentos se reunem. Lá se trata de salvar o sistema que veem dando água por todos os lados. Sabem que a natureza não está mais podendo pagar o alto preço que o modelo consumista cobra. Já está a ponto de pôr em risco a sobrevivência da vida e o futuro das próximas gerações. Somos governados por cegos e irresponsáveis, incapazes de dar-se conta das consequências do sistema econômico-político-cultural que defendem.

É imperativo um novo rumo global, caso quisermos garantir nossa vida e a dos demais seres vivos. A civilização técnico-científica que nos permitiu níveis exacerbados de consumo pode pôr fim a si mesma, destruir a vida e degradar a Terra.

Seguramente, não é para isso que chegamos até a este ponto no processo de evolução. Urge coragem para mudanças radicais, se ainda alimentamos um pouco de amor a nós mesmos.

Leonardo Boff é teólogo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O PT e a prioridade à educação

O economista britânico Arthur Lewis dizia que a “educação nunca foi despesa. Sempre foi um investimento com retorno garantido”. Como educador, defendo o papel central e transformador do conhecimento e acredito, como sempre digo, que a educação é o caminho para levar o Brasil à condição de quinta potência mundial. Por isso, não poderia deixar de receber com enorme entusiasmo a notícia dada pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, na última terça-feira (16/8): o investimento de R$ 2,4 bilhões para a expansão da educação superior, tecnológica e profissional.

Os números dessa ousada e necessária ampliação na oferta de vagas são animadores. Até o final de 2014, dando prosseguimento à política de interiorização dos equipamentos educacionais como instrumento de promoção da cidadania e mitigação das desigualdades regionais, serão criadas quatro novas universidades federais (Norte e Nordeste), serão abertos 47 campi e 208 Institutos Federais de Educação Tecnológica (Ifets). Se somarmos essa expansão às vagas que irão surgir com o Pronatec – que atenderá mais de oito milhões de estudantes – podemos ter uma ideia real do papel ocupado pela educação nas metas do Governo Federal.

Na verdade, o impulso inicial para essa grande transformação foi dado pelo governo Lula, que criou 14 novas universidades federais e mais uma centena de campi espalhados pelo Brasil afora, duplicando o número de vagas oferecidas pela rede de universidades federais. Com a determinação inerente aos grandes líderes, por meio da Lei 11.195/05, Lula revogou a Lei 9.649/98 de FHC, que impedia a União de criar novas instituições de ensino profissional.

Como resultado, pulamos de 140 para 354 dessas instituições (uma delas em São Carlos, graças à ação conjunta de Barba como reitor e eu como prefeito). Com o anúncio desta semana, o Brasil terá 572 instituições de ensino profissional até 2014, ou seja, em 12 anos de governo do PT, vamos quadruplicar o número de escolas técnicas.

Concomitantemente, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, e o presidente do CNPq, nosso Glaucius Oliva, deram partida durante a semana ao Programa Ciência Sem Fronteiras, com o lançamento das primeiras duas mil bolsas para estágios no exterior, do total de 100 mil jovens brasileiros que terão, por um ano, seus estudos de graduação e pós-aperfeiçoados nas melhores universidades estrangeiras. Certamente o maior programa do gênero na história do Brasil.

É claro que ainda teremos muitos desafios pela frente, a começar pela resolução de questões relacionadas à infraestrutura e à contratação de profissionais para atender essa nova demanda. Com o projeto de lei para a contratação de professores chegando ao Congresso e a sensibilidade de nossa presidenta, tenho convicção de que um número cada vez maior de brasileiros terão profissões dignas que os ajudarão a participar ativamente da vida de nosso país.

Newton Lima é ex-reitor da Universidade Federal de São Carlos, ex-prefeito de São Carlos (2001-2008) e hoje é Deputado Federal do PT-SP. Também apoia a pré candidatura do Rodolfo a Prefeitura de Caraguá

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Inveja é falta de capacidade !!

Do companheiro João Rocha.

Seria mais fácil e produtivo cada qual procurar desenvolver a sua própria capacidade e sucesso. O sol nasce para todos, depende de cada um de nós saber utilizar o seu brilho.  Devemos ter em nossas vidas luz própria, sem precisar, almejar, ou ofuscar a luz do outro. "A inveja é um vírus que se caracteriza pela ausência à sintomas aparentes. O ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho brilha. Só a inveja se esconde."

Zuenir Ventura

Para João Rocha, isto se aplica à política. Política é a habilidade de ocupar e ampliar espaços, com capacidade, ética, inteligência, estratégias, muito trabalho e criatividade. Mas, os incopetentes  sentem sombra, ao invés de ampliar seus espaços ficam procurando diminuir espaços dos outros, com manobras, calúnias, oportunismo, furando acordos, puxando tapetes, plagiando, etc.

Articulações por uma "Feliz Cidade"

Ontem estive reunido com líderes de 8 partidos articulando uma frente suprapartidária para caminharmos nos próximos meses rumo a 2012. Fui acompanhado do Tonhão, Lidia, Severino, Cassia e Nastacia. Colocamos nosso ponto de vista e visão de cidade e demos um passo importantíssimo rumo a montagem de um time forte e uma alternativa viável para apresentar a população de Caraguá. Amanhã estarei em Taubaté em uma reunião da Macrorregião do PT para debatermos e planejarmos o caminho até o ano que vem. Abraços a todos e vamos juntos por uma "Feliz Cidade".

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Obra parada.

Triste, mas sempre que passo em frente ao centro esportivo da cidade me deparo com uma obra inacabada beirando o rio. Tal obra está se deteriorando e é dinheiro público jogado fora, foi feita na gestão anterior ao atual prefeito, uma pena. É preciso coragem para mudar tal realidade, vamos juntos por uma "Feliz Cidade"  e sem medo de ser feliz.